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27

Algumas pessoas ainda insistem em dizer que os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não são cristão. Se eles somente olhassem para o nome da Igreja poderiam perceber que eles devem estar errados.

O Salvador é o centro da nossa religião. A Igreja de Jesus Cristo é chamada as vezes Igreja Mormon, apelido que vem do Livro de Mormon. Mormon foi um grande profeta e portanto nos aceitamos este apelido, mas deve ser claro que nos não adoramos Mormon or Joseph Smith, mas somente Jesus Cristo.

Se algume tiver ainda duvidas, poderá visitar este website: jesuschrist.lds.org. Infelizmente e’ em inglês mas vamos esperar que seja traduzido em breve.

O Elder Ulisses Soares, Primeiro Conselheiro na Presidência da Área Brasil da Igreja, escreveu:

Ao estudar a vida do Salvador, aprendemos que Sua característica mais marcante foi o amor que tinha pelas pessoas. A missão do Salvador teve início no amor do Pai Celestial aos Seus filhos. Em João 3:16 lemos: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Assim, claramente entendemos que a maior missão da história do mundo foi ordenada e iniciada por causa do amor de nosso bondoso e cuidadoso Pai Eterno.

Certa ocasião, os fariseus tentaram confundir o Mestre e convenceram um advogado a fazer- Lhe a seguinte pergunta: “Mestre, qual é o grande mandamento na lei?” E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (Mateus 22:36–40). Esses dois mandamentos acham-se tão entrelaçados que, na realidade, se tornam um só, ou seja, amarás! Aquele que cumprir o primeiro mandamento, cumprirá os dois, pois se não sentimos amor por nosso semelhante, é impossível agradar a Deus.

Os Mormons são cristãos….

mar

24

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Último Dias (Igreja Mórmon) tem respostas clara as mais importantes perguntas da vida.

Muitos se perguntam: “De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde iremos?” Nosso Pai Eterno não nos enviou à Terra numa jornada sem sentido ou propósito. Ele providenciou um plano para seguirmos. Ele é o autor desse plano, o qual foi criado para o progresso do homem e sua salvação e exaltação. Deus é o Pai de nosso espírito. Somos literalmente Seus filhos, e Ele nos ama. Vivemos como filhos espirituais de nosso Pai Celestial antes de nascermos nesta Terra. Não éramos, contudo, iguais a nosso Pai Celestial, nem poderíamos nos tornar como Ele é e desfrutar todas as bênçãos que Ele tem, sem a experiência de vivermos na mortalidade com um corpo físico.

O verdadeiro propósito de Deus — a Sua obra e Sua glória — é permitir que cada um de nós desfrute todas as Suas bênçãos. Ele providenciou um plano perfeito para cumprir o Seu propósito. Compreendemos e aceitamos esse plano antes de virmos para a Terra” (2004, p. 48).

No entanto, muitas pessoas ainda hoje se debatem para encontrar respostas para as perguntas básicas da vida. Os falsos pregadores clamam cada vez mais alto: “eis aqui a verdade” e “eis ali a verdade”, porém estão cada vez mais confusos. A tecnologia multiplicou a confusão propagando essas mensagens por meio dos veículos de comunicação e de uma infinidade de linhas de cabos de transmissão que agora cobrem a Terra. Há tantos meios de comunicação com um número cada vez maior de mensagens diferentes que não é de se admirar que as pessoas estejam confusas. Há séculos, Paulo predisse:

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (II Timóteo 4:3–4).

Não precisamos ficar confusos. As respostas para as intrigantes perguntas sobre o propósito da vida foram novamente dadas à humanidade para nossa orientação.

Ouvimos pela primeira vez o plano de salvação antes de nascermos, no que as escrituras chamam de nosso primeiro estado (ver Abraão 3:26). Não sabemos com clareza o que ocorreu naquele primeiro estado, mas sabemos que vivemos ali como espíritos, filhos de nosso Pai Celestial, progredimos passo a passo a fim de preparar-nos para a oportunidade de abrigar nosso espírito eterno num corpo terreno. Também sabemos que nosso Pai realizou um grande conselho para explicar o propósito da vida terrena. Tivemos a oportunidade de aceitar ou rejeitar o plano de salvação. Ele não nos foi imposto. A essência do plano era que o homem teria uma oportunidade de conseguir pelo seu próprio esforço a sua salvação na Terra, com a ajuda de Deus. Um líder foi escolhido para ensinar-nos a seguir o plano e redimir-nos do pecado e da morte. Conforme o Senhor explicou a Moisés: “Eis que meu Filho Amado, que foi meu Amado e meu Escolhido desde o princípio, disse-me: Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre” (Moisés 4:2).

Jesus Cristo, nosso Irmão mais velho, tornou-Se o líder na defesa do plano designado pelo Pai, e aceitamos o plano e suas condições. Com essa escolha, ganhamos o direito de vir para a Terra e entrar em nosso segundo estado.

Adão e Eva foram criados à imagem de Deus, com um corpo de carne e ossos, e colocados no Jardim do Éden. Foi-lhes dada a escolha de permanecerem no jardim ou comerem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e terem a oportunidade de passar pela mortalidade. Eles aceitaram o desafio, comeram do fruto e assim se tornaram mortais e sujeitos à morte física. Por causa da escolha que fizeram, eles passariam pelas provações e dificuldades da mortalidade.

Há dois propósitos para a vida na mortalidade. O primeiro é que podemos ganhar experiências que, de outra maneira, jamais poderíamos obter. O segundo é obter um tabernáculo de carne e ossos. Os dois propósitos são vitais para a existência do homem. Estamos agora sendo testados e provados para ver se faremos todas as coisas que o Senhor ordenou que fizéssemos. Esses mandamentos são os princípios e ordenanças do evangelho, e eles constituem o evangelho de Jesus Cristo. Todo princípio e ordenança tem seu peso no grande propósito de nosso teste, que é preparar-nos para voltar a viver com nosso Pai Celestial e nos tornarmos semelhantes a Ele.

Link para o discurso completo:

O Plano de Salvação, Elder L.
Tom Perry, Quórum dos Doze Apóstolos

mar

17

Brasil doce lar

março 17, 2008 | Leave a Comment

Brasil é uma terra de maravilha e beleza conhecida por sua cultura vibrante e geografia diversa. O maior recurso do país são suas pessoas, bem reconhecidas por sua bondade, sinceridade e calor…

Se você nao tiver visto ainda o filme, Brasil doce lar, ou se você quiser uma copia deste lindo DVD pode visitar o website Brasil doce lar.

Nos mostramos este filme em nossa ala em Orem, Utah, e poucas pessoas conseguiram evitar de chorar. Vale a pena ver.

Esta é uma breve descrição do filme (mas tem que ver…):

Wayne Beck cresceu numa fazenda humilde cercada por montanhas no lado oeste Norte-Americano. Em 1938, com 20 anos de idade, ele navegou o oceano atlântico para servir uma missão numa terra distante, Brasil. Depois de dois anos e meio, ele retornou aos EUA e conheceu Evelyn, uma mulher bela e doce, que primeiramente tornou-se sua parceira de dança e posteriormente sua parceira eterna, quando se casaram no dia 20 de Junho de 1942. O jovem casal tinha pouco dinheiro e aguardavam o nascimento do segundo filho, quando Wayne recebeu um convite para retornar ao Brasil para servir uma outra missão. Desta vez, no entanto, ele teria que vender suas poucas posses e levar sua jovem esposa e crianças junto com ele. Esta é uma história dos receios e inseguranças de uma jovem mãe a caminho de uma terra estrangeira, os desafios para aprender um novo idioma, e de seus relacionamentos com pessoas maravilhosas que se tornariam amigos eternos.

Brasil Doce Lar é inspirado pelas cartas de Evelyn, uma história de como ela cresceu a amar as pessoas, a cultura, o país, e as tradições do Brasil. É um relato de uma jovem família estabelecendo uma identidade individualmente e juntos, enquanto criam laços permanentes de amizade com as pessoas e a terra Brasileira que continua por múltiplas décadas e gerações. (O Legado Compartilhado)

mar

12

Mães que sabem é o titulo do discurso da Irmã Julie Beck, Presidente Geral da Sociedade de Socorro de a Igreja de jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (o Igreja Mórmon). Este discurso foi proferido na última conferência geral da igreja e claramente ensina sobre o poder e a influência da maternidade. Em nossa sociedade está-se dando sempre menos valor para o chamado eterno da maternidade e muitas mulhers estão confusas. Na igreja a situação é um pouco melhor, mas mesmo na igreja precisamos ouvir palavras claras comoe aquelas usadas por Irmã Beck.

Aqui esta’ um trecho:

A responsabilidade que as mães têm, hoje em dia, exige mais vigilância que nunca. Mais do que em qualquer outra época da história do mundo, precisamos de mães que saibam. Os filhos nascem em um mundo no qual “não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Efésios 6:12) 1. No entanto, as mães não precisam temer. Se souberem quem elas são, e quem é Deus, e se tiverem feito convênios com Ele, terão grande poder e uma influência positiva sobre os filhos.

Mães que sabem não serão confusas.

As mães que sabem, querem gerar filhos. Embora em muitas culturas do mundo os filhos estejam começando a tornar-se “menos valorizados”, na cultura do evangelho ainda acreditamos em ter filhos. Os profetas, videntes e reveladores que apoiamos nesta conferência declararam que “o mandamento dado por Deus a Seus filhos, de multiplicarem-se e encherem a Terra, continua em vigor”. O Presidente Ezra Taft Benson ensinou que os jovens casais não devem adiar o momento de ter filhos e que “do ponto de vista eterno, são os filhos — não as posses, os cargos ou o prestígio — os nossos maiores tesouros”.

Link para o artigo completo