Out

20

Me pediram para divulgar esta iniciativa que  é certamente uma das primeiras deste tipo que acontecem no Brasil.

Os organizadores da Conferência Brasileira de Estudos Mórmons abriram as inscrições de trabalhos e outras apresentações para a sua primeira edição, a ser realizada em 23 de janeiro de 2010, em São Paulo, Brasil. A conferência será apresentada em português, espanhol e inglês, com tradução simultânea para os que desejarem.

Os interessados devem inscrever sua proposta de trabalhos acadêmicos, painéis de discussão, entrevistas, reflexões pessoais, discursos, filmes, performances teatrais, leituras literárias, debates, exposição de arte, apresentações musicais ou outras expressões da experiência Mórmon. Ainda que a conferência tenha uma natureza acadêmica, encorajamos a inscrição de trabalhos de estudantes, do público leigo e amador cujas apresentações possam ser de interesse e qualidade. Os trabalhos inscritos podem abranger qualquer assunto, desde que relacionado ao mormonismo, sua história, pessoas ou instituições de forma relevante. As áreas de estudo podem incluir história, filosofia, teologia, sociologia e antropologia, bem como expressões culturais como arte, música, literatura e cinema.

Membros da Igreja no Brasil que tenham a possibilidade de participar devem aproveitar desta oportunidade para divulgar entre os brasileiros um maior conhecimento da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

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Jan

5

Élder M. Russell Ballard Do Quórum dos Doze Apóstolos

Elder M. Russell Ballard

Estou em meu octogésimo ano de vida. Dependendo de como as contas são feitas, isso me torna muito velho. Na verdade, alguns acham que algumas das Autoridades Gerais talvez sejam velhas demais para saber o que se passa em nosso mundo. Permitam-me assegurar-lhes que estamos bem cientes.

Um Mundo em Mudanças

Num espaço de aproximadamente 80 anos, vi muitas mudanças. Quando comecei minha missão na Inglaterra, em 1948, o jeito mais comum pelo qual as pessoas recebiam notícias era por meio de jornais e do rádio.

Como o mundo é diferente hoje. Para muitos de vocês, caso leiam jornais, é muito provável que os leiam na Internet. Vivemos no mundo do ciberespaço, de telefones celulares que capturam vídeo, downloads de vídeo e música, redes de relacionamento social, mensagens de texto e blogs, computadores de mão e podcasts.

Este é o mundo do futuro, com invenções inimagináveis — do tipo que surgirão em sua época, assim como surgiram na minha. Como você usará essas maravilhosas invenções? Para ser mais direto, como você as usará para promover o trabalho do Senhor?

Você tem uma grande oportunidade de ser uma poderosa força para o bem na Igreja e no mundo. É verdadeiro o antigo adágio de que “a caneta é mais poderosa que a espada”.1 Em muitos casos, é com palavras que você realizará as grandes coisas que se dispôs a fazer. E é principalmente a respeito das maneiras de compartilhar essas palavras que eu quero conversar com você.

Desde seu início, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias tem usado o poder da palavra impressa para disseminar a mensagem do evangelho restaurado pelo mundo. Através dos séculos, a mão do Senhor tem participado disso, ao inspirar pessoas a inventarem ferramentas que facilitam a disseminação do evangelho. A Igreja tem adotado e abraçado essas ferramentas, inclusive os meios impressos, as mídias de difusão e a Internet.

Talvez haja poucas invenções que tenham tido um impacto tão grande no mundo como a prensa tipográfica, inventada pelo inspirado Johannes Gutenberg por volta de 1436. A prensa tipográfica permitiu que o conhecimento, inclusive aquele contido na Bíblia Sagrada, fosse compartilhado mais amplamente que nunca.

A Internet: Uma Prensa Tipográfica Moderna

Atualmente, a Internet é um equivalente moderno da prensa tipográfica. A Internet permite que cada pessoa seja um editor, faça sua voz ser ouvida, e está revolucionando a sociedade. Antes da Internet, havia grandes barreiras para se imprimir algo. Publicar algo consumia dinheiro, poder, influência, e uma grande quantidade de tempo. Hoje, porém, em virtude do aparecimento de algo que alguns chamam de a Nova Mídia, que é possível por causa da Internet, muitas dessas barreiras foram eliminadas. A Nova Mídia consiste de ferramentas na Internet que tornam possível a praticamente qualquer pessoa publicar ou transmitir algo, tanto para grandes audiências quanto para públicos específicos. Já mencionei algumas dessas ferramentas. O aparecimento da Nova Mídia está facilitando uma conversação mundial sobre praticamente qualquer assunto, inclusive religião, e praticamente qualquer pessoa pode participar. Esse equivalente moderno da prensa tipográfica não está reservado apenas para a elite.

Porém, algumas dessas ferramentas — como ocorre com qualquer ferramenta em mãos inexperientes ou indisciplinadas — podem ser perigosas. A Internet pode ser usada para proclamar o evangelho de Jesus Cristo e, com a mesma facilidade, pode ser usada para vender a sujeira e a imundície da pornografia. Aplicativos como o iTunes pode ser usado para baixar tanto uma música edificante e inspiradora quanto o pior tipo de letra agressiva e cheia de palavrões. As redes de relacionamento social na Web podem ser usadas para ampliar amizades saudáveis com a mesma facilidade com que podem ser usadas por predadores que tentam atrair e aprisionar os descuidados. Isso não é diferente do modo como as pessoas escolhem usar a televisão ou filmes ou até mesmo uma biblioteca. Satanás é sempre rápido em explorar o poder negativo das novas invenções, em estragar, degradar e neutralizar qualquer efeito para o bem. Certifique-se de que as escolhas que você faz ao usar a Nova Mídia sejam escolhas que ampliem a mente, aumentem as oportunidades e nutram a alma.

Como sabem, a Nova Mídia já teve um impacto profundo no antigo mundo dos jornais e outras mídias tradicionais. Houve um tempo em que, como líder da Igreja, eu dava uma entrevista a um jornal e depois esperava um dia ou dois para que ela aparecesse num canto obscuro e sem importância do jornal. Aí, o jornal era jogado fora, e qualquer impacto que a entrevista pudesse ter era dissipado bem rápido.

Agora, enquanto estou saindo de um compromisso para ir para o próximo, o relatório da minha visita ou entrevista começa a aparecer quase imediatamente no site do jornal ou em blogs, onde ele pode ser copiado e distribuído por toda a rede. Pode-se ver a importância que as palavras certas têm atualmente. As palavras registradas na Internet não desaparecem. Qualquer pesquisa no Google ou no Yahoo! encontrará as palavras ditas por alguém, provavelmente durante muito tempo.

Um caso ilustra bem isso: Em 2007, a NBC Television veio a Salt Lake para uma entrevista comigo, que fazia parte de uma história que essa rede estava produzindo sobre a Igreja. O repórter Ron Allen e eu passamos uma hora juntos na capela que fica no Edifício Memorial Joseph Smith. Conversamos extensivamente sobre a Igreja. Alguns dias mais tarde, a história apareceu e, no segmento de 4 minutos que foi ao ar, havia uma curta citação de mais ou menos 6 segundos, tirada da entrevista de uma hora. Foi apenas o tempo suficiente para que eu testificasse de nossa fé em Jesus Cristo como o centro de tudo em que acreditamos. Repito, foram usados apenas seis segundos de uma entrevista de 60 minutos. Aqueles seis segundos são bem típicos, na verdade, para a mídia tradicional da TV, que pensa e põe no ar segmentos muito curtos. A grande diferença de antigamente para hoje em dia é que o repórter também colocou 15 minutos da nossa entrevista no site da NBC Nightly News. E aqueles 15 minutos ainda estão lá. Aquilo que dizemos não mais aparece e some da tela num instante, mas continua como parte de um arquivo permanente e pode aparecer em outros sites que reúnam o conteúdo. As pessoas que usam os mecanismos de busca da Internet para localizar tópicos sobre a Igreja encontrarão aquela entrevista e muitas outras.

Essas ferramentas permitem que organizações e pessoas evitem completamente a mídia dos noticiários e publiquem ou transmitam suas mensagens na íntegra para a audiência que querem atingir.

Por exemplo, no ano passado, o Departamento de Assuntos Públicos da Igreja fez uma entrevista com o Élder Dallin H. Oaks, do Quórum dos Doze Apóstolos, e o Élder Lance B. Wickman, dos Setenta, com relação à posição da Igreja sobre a atração por pessoas do mesmo sexo. Antigamente, para comunicar a nossa mensagem ao público sobre uma questão como essa, teríamos que confiar na mídia dos noticiários. Porém, essa entrevista minuciosa foi feita pela equipe de Assuntos Públicos da Igreja e publicada por completo no Website da Igreja, sem ser filtrada pela mídia dos noticiários.

Juntar-se à Conversa

Constantemente, há conversas sobre a Igreja acontecendo. Essas conversas continuarão, quer decidamos participar delas ou não. Mas não podemos ficar de lado assistindo, enquanto outras pessoas, inclusive aqueles que nos criticam, tentam definir o que a Igreja ensina. Enquanto algumas conversas têm audiências de milhares ou até de milhões, a maioria tem muito, muito menos. Porém, todas as conversas influenciam aqueles que tomam parte nelas. A idéia que alguém faz da Igreja é estabelecida em conversas que se seguem uma de cada vez.

A dificuldade é que há pessoas demais participando das conversas sobre a Igreja para que os funcionários da Igreja conversem e respondam a cada um individualmente. Não podemos responder a cada pergunta, satisfazer a cada consulta, e reagir a cada inexatidão que existe. Precisamos nos lembrar de que há uma diferença entre o interesse e a mera curiosidade. Às vezes, as pessoas querem apenas saber o que é a Igreja. E há pessoas que buscam respostas e querem que elas venham diretamente de um membro da Igreja. Elas gostam de conversas feitas de uma pessoa para outra.

Todos vocês sabem que os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias são continuamente lembrados e incentivados a compartilhar o evangelho com outras pessoas. A Igreja está sempre procurando as maneiras mais eficientes de declarar sua mensagem. Pregar o evangelho da Restauração sempre foi algo especial para mim. Adorei ser missionário na Inglaterra. Adorei ser presidente de missão no Canadá. E gosto demais do meu chamado atual, que me dá oportunidades de partilhar a mensagem da Restauração do evangelho com o mundo e de testificar que Deus, o Pai, e Seu Filho, Jesus Cristo, apareceram ao Profeta Joseph Smith em 1820. Por intermédio de Joseph, o evangelho que Jesus estabeleceu nos tempos do Novo Testamento foi trazido de volta. Ele tinha-se perdido com a morte dos primeiros Apóstolos. Posso falar ao mundo todo sobre o meu conhecimento de que a autoridade do sacerdócio, a doutrina e as ordenanças da Igreja do Novo Testamento estão novamente sobre a Terra. Esse é o trabalho mais importante do qual podemos participar.

Agora, peço que vocês se juntem à conversa, participando na Internet para compartilhar o evangelho e explicar, em termos simples e claros, a mensagem da Restauração. A maioria de vocês já sabe que, se têm acesso à Internet, podem iniciar um blog em minutos e começar a compartilhar o que sabem ser a verdade. Podem baixar vídeos da Igreja e de outros sites adequados, inclusive do newsroom.lds.org, e enviá-los a seus amigos. Podem escrever para sites da mídia na Internet que informam sobre a Igreja e manifestar sua opinião sobre a exatidão das reportagens. É claro que isso exige que vocês entendam os princípios básicos do evangelho.

Um número demasiadamente grande de pessoas tem pouca compreensão sobre a Igreja porque a maioria das informações que ouvem sobre nós vêm de reportagens da mídia que muitas vezes são impulsionadas pela controvérsia. Uma atenção excessiva à controvérsia exerce um impacto negativo sobre a percepção das pessoas a respeito do que é, de fato, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Recentemente, um colunista, escrevendo em um grande jornal dos Estados Unidos, foi irresponsavelmente inexato em sua descrição da Igreja e de nossas crenças e práticas. Dezenas, e talvez até centenas de membros da Igreja e outras pessoas que compreendem nossas crenças, fizeram comentários no Website do jornal, corrigindo as percepções errôneas que ele estava espalhando e pedindo que escrevesse com exatidão.

Exemplos de Coisas Que Você Pode Fazer

Gostaria de dar outros exemplos de como os membros da Igreja estão usando a Nova Mídia.

Um membro da Igreja que mora no Meio-Oeste dos Estados Unidos faz um esforço coordenado para compartilhar o evangelho todos os dias, pessoalmente. Depois, ele escreve em um blog sobre seus esforços diários em partilhar os ensinamentos do Livro de Mórmon e em dar cartões da amizade a todos os que encontra. Seu esforço de compartilhar o evangelho de modo tão diligente é admirável, e seu esforço extra em escrever sobre isso sem dúvida inspira muitos outros a fazerem o mesmo.

Outros registraram e colocaram seu testemunho sobre a Restauração, os ensinamentos do Livro de Mórmon, e outros assuntos do evangelho em populares sites de compartilhamento de vídeo. Você também pode contar a sua história a não-membros dessa maneira.

Use histórias e palavras que eles compreendam. Fale honesta e sinceramente sobre a influência que o evangelho tem exercido em sua vida, sobre como ele o ajudou a vencer fraquezas ou dificuldades e ajudou a definir seus valores.

A audiência dessas e de outras ferramentas da Nova Mídia pode muitas vezes ser pequena, mas o efeito cumulativo de milhares de histórias assim pode ser grande. O esforço combinado com certeza compensa os resultados, mesmo que apenas algumas pessoas sejam influenciadas por suas palavras de fé e amor a Deus e a Seu Filho, Jesus Cristo.

A Restauração do evangelho de Jesus Cristo sem dúvida teve uma forte influência em sua vida. Em parte, ela moldou quem você é e como será o seu futuro. Não tenha medo de partilhar a sua história com outras pessoas — suas experiências como seguidor do Senhor Jesus Cristo. Todos nós temos histórias interessantes que influenciaram nossa identidade. Compartilhar essas histórias é um modo de falar com outras pessoas que não gera intimidação. Contar essas histórias pode ajudar a desmistificar a Igreja. Você pode ajudar a vencer concepções errôneas por meio de sua própria esfera de influência, que deve incluir a Internet.

Coisas a Evitar

Cada discípulo de Cristo será muito eficiente e fará o maior bem possível se adotar uma conduta digna de um seguidor do Salvador. As discussões centralizadas em argumentações, debates e incertezas sobre os princípios do evangelho pouco contribuem para a edificação do reino de Deus. O Apóstolo Paulo admoestou-nos a não nos “[envergonharmos] do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação” (Romanos 1:16). Que fiquemos todos firmes e falemos com fé ao compartilhar nossa mensagem com o mundo. Muitos de vocês são ex-missionários e podem manter uma conversa significativa no idioma que aprenderam na missão. O alcance de sua influência pode ser internacional.

Ao participar dessa conversa e usar as ferramentas da Nova Mídia, lembrem-se de quem são: santos dos últimos dias. Lembrem-se, como diz o provérbio: que “a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (Provérbios 15:1). E lembrem-se de que a discórdia é do diabo (ver 3 Néfi 11:29). Não é necessário argumentar ou contender com outras pessoas em relação a nossas crenças. Não é preciso colocar-nos na defensiva ou tornar-nos beligerantes. Nossa posição é sólida; a Igreja é verdadeira. Precisamos apenas ter uma conversa, como fariam amigos na mesma sala, sempre guiados pelos sussurros do Espírito e constantemente recordando-nos da Expiação do Senhor Jesus Cristo, que nos lembra de como são preciosos os filhos de nosso Pai nos céus.

Que o Senhor abençoe cada um de vocês para que exerçam uma enorme influência naqueles com os quais entrarem em contato. Como disse no início, o poder das palavras é incrível. Que sua voz seja ouvida nesta grande causa do evangelho de Jesus Cristo.

Adaptado de um discurso proferido na Universidade Brigham Young–Havaí, em 15 de dezembro de 2007.

Nota:

1. Edward Bulwer-Lytton, Richelieu, ato II, cena II, in John Bartlett, comp., Familiar Quotations, 14ª ed. (1968), p. 601.

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Out

9

Luca, o missionário Mórmon, na verdade o primeiro missionário oficial de nossa família, foi transferido e agora está em Martha’s Vineyard.

Elder Martinengo in Martha's Vineyard

Elder Martinengo in Martha's Vineyard

Pelas fotos que ele nos enviou parece ser um lugar incrível, e lá o Luca pode usar seu conhecimento do idioma português, uma vez que muitos Brasileiros moram ali.

Elder Martinengo, o missionário mórmon

Elder Martinengo, o missionário mórmon

Este é um trecho do e-mail que Luca nos enviou:

Vocês não fazem idéia o quão rápido esta transferência (estas ultimas semanas aqui na ilha)passou, é tão incrivelmente rápido, uau! Eu basicamente sinto como se não tivéssemos tempo para fazer tudo o que queremos fazer, mas eu acho que fazemos o melhor que podemos. O presidente me chama de traque, eu não consigo ficar quieto por um minuto, eu me sinto mal quando não estou fazendo nada, então quando estou naqueles dias onde não tem ninguém no ônibus ou algo assim, tem sempre alguns bons discursos que eu ainda não li ou eu pego minhas escrituras e as leio, agora eu tenho ainda mais para ler porque eu tenho que ler as lições e as escrituras em português também.

O povo aqui na ilha é incrível, especialmente os membros e ainda mais especialmente os membros brasileiros, que são um povo tão humilde e tem os testemunhos mais fortes que eu já ouvi.

Eu amo ler as escrituras e também os discursos da conferencia, eu tenho feito uma coletânea, como um livro, com os meus discursos favoritos e tento ler pelo menos um por dia, tenho aprendido muito.

Estou me divertindo muito traduzindo na Igreja, parece que eu faço tudo lá, porque as vezes tenho que traduzir e também tocar o piano e também certificar que os pesquisadores estão felizes e também falar com os membros porque eles realmente não entendem meu companheiro muito bem, hehehe.

Onde os missionários mórmons estudam

Elder Martinengo, o missionário mórmon, estuda aqui

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Out

8

Na doutrina da Igreja Mórmon a progressão é um principio importante. De fato, os Mórmons acreditam em progresso eterno.

O principio de progresso eterno não pode ser definido ou compreendido com precisão, ainda assim, é fundamental para a visão do mundo dos Santos dos Últimos Dias. A frase “progresso eterno” foi ouvida pela primeira vez quando dita por Brigham Young. Ela encorpa muitos conceitos ensinados por Joseph Smith, especialmente em seu famoso discurso King Follett. Ele é baseado na proposição que “não há tal coisa como principio, poder, sabedoria, conhecimento, vida, posição ou qualquer coisa que pode ser imaginada que permanece estacionada – elas precisam crescer ou decrescer” (Brigham Young, Journal of Dicourses, 1:350).

O progresso pode ter várias formas. Em um sentido, progresso eterno se refere a tudo que a pessoa aprende e experimenta por suas escolhas como progresso da vida pré-mortal, para a mortalidade, para a vida espiritual pós-mortal e para um estado ressuscitado na presença de Deus. Progresso pessoal é possível em cada um dos estados, mas não é o mesmo tipo de progressão. Aparentemente ocorreu progressão na vida pré-mortal, pois a maioria dos espíritos lá escolheram seguir a Cristo e alguns eram nobres e grandes, enquanto outros escolheram seguir a Lúcifer. Entrar na mortalidade permitiu oportunidades para mais progresso. Obter um corpo físico é um passo crucial, possibilitando a pessoa a experimentar as sensações físicas de todos os tipos e a progredir em conhecimento e entendimento, todos os quais ressurgirão com a pessoa na ressurreição (ver Doutrina e Convênios 130:18). Brigham Young ensinou que mesmo na mortalidade, “estamos na eternidade” (Journal of Discourses 10:22), e o objetivo desta existência é “aprender a se alegrar mais, e para aumentar o conhecimento e experiência” (Journal of Discourses 14:228). “Quando aprendemos a viver de acordo com o total valor da vida que agora possuímos, estamos preparados para um avanço na escala da progressão eterna – para uma esfera mais gloriosa e exaltada” (Journal of Discouses 9:168).

A vida nunca é estática. “As pessoas precisam progredir ou retroceder. Ninguém pode ficar parado. Atividade é a lei de crescimento, e crescimento, progresso, e a lei da vida” (A. Bowen, in Christ’s Ideals for Living, O. Tanner, Ed,. Salt Lake City, 1980, p. 368). A atitude de uma pessoa sobre progresso eterno determinará grandemente sua filosofia de vida… “exaltar, crescer, expandir e estender mais amplamente a cada dia até que podemos conhecer como somos conhecidos, ver como somos vistos” (Jounal of Discouses 16:165).

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Jun

9

O dia 1° de junho ficará marcado na lembrança dos membros como o dia em que foi dedicado o quinto templo da Igreja no Brasil, o 126º no mundo. Com a presença do Pres. Thomas S. Monson, décimo sexto Presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Élder Russell M. Nelson, do Quórum dos Doze Apóstolos, Élderes Charles Didier, Ulisses Soares e Stanley G. Ellis, da Presidência da Área Brasil, foram realizadas quatro sessões de dedicação, sendo que a primeira e a terceira foram transmitidas para as sedes de estaca no país.

Durante a primeira sessão, as Autoridades Gerais presentes participaram da cerimônia da Pedra Angular, com a presença de membros da Igreja, acompanhados por um belo coro. Com a dedicação, o Templo de Curitiba inicia hoje, dia 2 de junho, o trabalho regular para os membros. O distrito do templo inclui os Estados de Santa Catarina e Paraná.

O Templo de Curitiba Brasil teve suas portas abertas para o público de 10 a 24 de maio, recebendo mais de 42 mil pessoas nesse período.

Veja as fotos:


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Mai

15

Não todos sabem que um templo mórmon (um templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), pode ser visitado antes de ser dedicado. Esta é uma boa oportunidade de visitar um destes templos antes que seja dedicado em Curitiba, estado do Paraná, Brasil.

Por varios anos eu morei em Londrina, a segunda cidade daquele estado, e sou feliz que agora os membros da Igreja mórmon daquela região terão um templo mais perto.

Agora eu moro numa região perto de vários templos e eu sei que grande benção é poder frequentá-los sem ter que viajar por muitas horas.

Se você não for um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias eu o convido a procurar os missionarios mormons e a pedir que eles expliquem sobre os templos da igreja, onde as famílias podem ser seladas para toda a eternidade.

Olha o video:

Dentro um Templo Mormon: parte 2.

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Mai

5

É dificil dizer quais foram meus discursos favoridos na Conferência Geral da Igreja Mormon. Muitos deles foram ótimos.

Porém, um dos meus favoridos foi aquele do Presidente Presidente Dieter F. Uchtdorf, segundo conselheiro na Primeira Presidência. O titúlo do discurso é A Fé dos Nossos Pais.

Muitas pessoas sintem que devem ser fieis a fé de seus pais, por uma questão de respeito.

O presidente Uchtdorf explica,

À medida que a Igreja restaurada de Jesus Cristo floresce mundo afora — atualmente há mais de 13 milhões de membros — “a fé dos nossos pais” adquire um significado mais amplo. Para algumas pessoas, pode referir-se ao legado familiar numa das centenas de religiões cristãs; para outras, pode dizer respeito a religiões e tradições do Oriente Médio, Ásia ou África.

Passei a maior parte da minha vida em regiões do mundo em que os membros da nossa Igreja constituem uma pequena minoria. Durante esse tempo, constatei que, ao conhecerem o evangelho restaurado, as pessoas não raro ficam impressionadas e muitas até têm o desejo de entrar para a Igreja. Mas ficam relutantes por não quererem decepcionar seus antepassados; sentem que devem ser fiéis à fé dos seus pais.

Apesar de querer se juntar à Igreja de Jesus Cristo, muitos estão preocupados de “trair” seus pais. Mas o presidente Uchtdorf continua,

O que é, então, a fé dos nossos pais? Seria a religião dos nossos pais, avós ou bisavós? E o que dizer da fé dos que vieram ainda antes deles? E Abraão, Isaque e Jacó? Não seriam eles nossos pais? Não somos da casa de Israel? E que tal Noé, Enoque e nossos primeiros pais, Adão e Eva?

E o Salvador e os discípulos que O seguiram?

A fé do nosso Pai Celestial permanece constante desde o início dos tempos, mesmo antes da criação deste mundo. João, o Revelador, descreveu uma grande guerra no céu.5 O que estava em jogo era o arbítrio moral, assim como hoje. Todos os que já viveram nesta Terra estavam entre os que combateram Satanás e se aliaram ao Pai e ao Filho. Não devemos portanto fidelidade a Deus nosso Pai Celestial?

Eu concordo plenamente com presidente Uchtdorf. Ainda está dificil explicar para alguns dos meus parents que eu não quis fazer algo contra eles ao aceitar a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mormon). Eu somente fiz o que me pareceu certo, para agradar ao nossoa Pai Celestial. Usando as palavras do presidente Uchtdorf,

Testifico que a doutrina do evangelho restaurado de Jesus Cristo é a fé do nosso Pai Celestial. É a Sua verdade revelada a Seus servos, os profetas, desde os dias do Patriarca Adão até a nossa época. O Pai e o Filho apareceram a Joseph Smith para restaurar a fé do nosso Pai nesta Terra, para nunca mais ser retirada. Deus deseja que todos os Seus filhos a recebam, sem restrição de origem, cultura ou tradição. A verdadeira religião não se baseia no que agrada aos homens ou nas tradições de antepassados, mas no que agrada a Deus, nosso Pai Eterno.

Um link para a historia da minha conversão: Giuseppe Martinengo, Não Havia Duvida

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Abr

30

Este foi um dos discursos mais claros e inspiradores que eu ouvi numa Conferência Geral da Igreja de Jesus Cristo. Muitos insistem em dizer que os Mormons não são cristãos, mas nada poderia ser mais longe da verdade.

O Elder Holland explica,

Nossa primeira e mais importante regra de fé na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é: “Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em Seu Filho, Jesus Cristo, e no Espírito Santo”.2 Cremos que essas três pessoas divinas, que constituem uma única Trindade, são unidas em propósito, modo de agir, testemunho e missão. Cremos que estão imbuídos do mesmo sentimento divino de misericórdia e amor, justiça e graça, paciência, perdão, e redenção. Acho correto dizer que cremos que Eles são um em todos os aspectos eternos, significativos e imagináveis, exceto no de que são três pessoas unidas em uma só substância, conceito de Trindade nunca citado nas escrituras porque não é verdadeiro.

De fato, uma fonte de referência muito respeitada, o Harper’s Bible Dictionary, afirma que “a doutrina formal da Trindade, como definida pelos grandes concílios da igreja nos séculos IV e V, não se encontra no [Novo Testamento]”.

Portanto, toda crítica de que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não acredita na visão contemporânea de Deus, Jesus e o Espírito Santo não se refere a nossa dedicação a Cristo, mas, sim, a um reconhecimento — correto, por sinal — de que nossa visão da Trindade difere da que surgiu na história cristã posterior ao Novo Testamento, e retorna à doutrina ensinada pelo próprio Jesus.

Mas então quando foi introduzida esta ideia da Trindade?

No ano 325 d.C., o imperador romano Constantino convocou o Concílio de Nicéia para abordar, entre outras coisas, a questão cada vez mais discutida da suposta “trindade em unidade” de Deus. A conclusão desses inflamados debates entre clérigos, filósofos e dignitários eclesiásticos passou a ser chamada, após 125 anos e mais três concílios importantes,4 de Credo de Nicéia, tendo havido reformulações posteriores, como no Credo Atanasiano. As várias evoluções e versões desse credo e de outros, que viriam a surgir no transcorrer dos séculos, declaravam que o Pai, o Filho e o Espírito Santo eram seres abstratos, absolutos, transcendentes, onipresentes, consubstanciais, coeternos e incognoscíveis, sem corpo, partes ou paixões, que habitavam fora do espaço e do tempo. Nesses credos, todos os três membros são pessoas distintas, mas constituem um único ser: o freqüentemente citado “mistério da Trindade”. São três pessoas distintas, contudo, não são três Deuses, mas apenas um. As três pessoas são incompreensíveis e formam um único Deus, que é incompreensível.

Parece um pouco sarcastico, ma isto é o que eu também penso,

Concordamos com aqueles que nos criticam quanto a esse último ponto: tal conceito de Deus é realmente incompreensível.

Eu personalmente acredito que se não fosse que este conceito foi aceito por milhões de pessoas por muitos seculos, ninguém hoje iria acreditar nisto, mas entendo que seja dificil por muitos ter a coragem de questionar algo que parece tão absurdo pois ao mesmo tempo está tão enraizado na tradicão cristã. Porém, não pode ser dito que os mormons não são cristão porque não acreditam nesta confusa ideia de Trindade.

Link para o artigo completo: O Único Deus Verdadeiro, e Jesus Cristo, a Quem

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Abr

5

Hoje durante a Assembléia Solene da Igreja Mormon Thomas Spencer Monson foi apoiado como o 16o presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias (Igreja Mormon), en consequência do falecimento do Presidente Gordon B. Hinckley.

Durante a reunião Élder D. Todd Christofferson foi apoiado como o mais recente membro do Quorum dos Doze Apóstolos, o segundo mais importante órgão da Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Santos Dias.

Christofferson nasceu em Pleasant Grove, Utah, em 24 de janeiro de 1945. Ele se graduou da Universidade Brigham Young. Depois de receber o seu bacharelado na BYU, Christofferson ganhou um doutorado en direito na Duke University School of Law.

Durante sua carreira, Christofferson praticou direito em Washington, DC, North Carolina, e Tennessee. Enquanto em Charlotte, Carolina do Norte, Christofferson foi um dos associados do conselho geral para NationsBank Corp (agora Bank of America). Ele também trabalhou em diversas capacidades cívicas, incluindo presidente da Habitação Acessível de Nashville, Tennessee.

Élder Christofferson tem servido em muitos cargos na Igreja, incluindo bispo, presidente de estaca, e representante regional. Em 3 de abril de 1993, ele foi apoiado como um membro do Primeiro Quórum dos Setenta. Em 15 de abril de 1998 ele foi chamado como membro da Presidência dos Setenta. Durante seu serviço na Presidência do Setenta, Elder Christofferson tinha a responsabilidade de supervisionar areas em Nord America.

Élder Christofferson é casado com Katherine Jacob Christofferson. Eles têm cinco filhos.

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Mar

24

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Último Dias (Igreja Mórmon) tem respostas clara as mais importantes perguntas da vida.

Muitos se perguntam: “De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde iremos?” Nosso Pai Eterno não nos enviou à Terra numa jornada sem sentido ou propósito. Ele providenciou um plano para seguirmos. Ele é o autor desse plano, o qual foi criado para o progresso do homem e sua salvação e exaltação. Deus é o Pai de nosso espírito. Somos literalmente Seus filhos, e Ele nos ama. Vivemos como filhos espirituais de nosso Pai Celestial antes de nascermos nesta Terra. Não éramos, contudo, iguais a nosso Pai Celestial, nem poderíamos nos tornar como Ele é e desfrutar todas as bênçãos que Ele tem, sem a experiência de vivermos na mortalidade com um corpo físico.

O verdadeiro propósito de Deus — a Sua obra e Sua glória — é permitir que cada um de nós desfrute todas as Suas bênçãos. Ele providenciou um plano perfeito para cumprir o Seu propósito. Compreendemos e aceitamos esse plano antes de virmos para a Terra” (2004, p. 48).

No entanto, muitas pessoas ainda hoje se debatem para encontrar respostas para as perguntas básicas da vida. Os falsos pregadores clamam cada vez mais alto: “eis aqui a verdade” e “eis ali a verdade”, porém estão cada vez mais confusos. A tecnologia multiplicou a confusão propagando essas mensagens por meio dos veículos de comunicação e de uma infinidade de linhas de cabos de transmissão que agora cobrem a Terra. Há tantos meios de comunicação com um número cada vez maior de mensagens diferentes que não é de se admirar que as pessoas estejam confusas. Há séculos, Paulo predisse:

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (II Timóteo 4:3–4).

Não precisamos ficar confusos. As respostas para as intrigantes perguntas sobre o propósito da vida foram novamente dadas à humanidade para nossa orientação.

Ouvimos pela primeira vez o plano de salvação antes de nascermos, no que as escrituras chamam de nosso primeiro estado (ver Abraão 3:26). Não sabemos com clareza o que ocorreu naquele primeiro estado, mas sabemos que vivemos ali como espíritos, filhos de nosso Pai Celestial, progredimos passo a passo a fim de preparar-nos para a oportunidade de abrigar nosso espírito eterno num corpo terreno. Também sabemos que nosso Pai realizou um grande conselho para explicar o propósito da vida terrena. Tivemos a oportunidade de aceitar ou rejeitar o plano de salvação. Ele não nos foi imposto. A essência do plano era que o homem teria uma oportunidade de conseguir pelo seu próprio esforço a sua salvação na Terra, com a ajuda de Deus. Um líder foi escolhido para ensinar-nos a seguir o plano e redimir-nos do pecado e da morte. Conforme o Senhor explicou a Moisés: “Eis que meu Filho Amado, que foi meu Amado e meu Escolhido desde o princípio, disse-me: Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre” (Moisés 4:2).

Jesus Cristo, nosso Irmão mais velho, tornou-Se o líder na defesa do plano designado pelo Pai, e aceitamos o plano e suas condições. Com essa escolha, ganhamos o direito de vir para a Terra e entrar em nosso segundo estado.

Adão e Eva foram criados à imagem de Deus, com um corpo de carne e ossos, e colocados no Jardim do Éden. Foi-lhes dada a escolha de permanecerem no jardim ou comerem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e terem a oportunidade de passar pela mortalidade. Eles aceitaram o desafio, comeram do fruto e assim se tornaram mortais e sujeitos à morte física. Por causa da escolha que fizeram, eles passariam pelas provações e dificuldades da mortalidade.

Há dois propósitos para a vida na mortalidade. O primeiro é que podemos ganhar experiências que, de outra maneira, jamais poderíamos obter. O segundo é obter um tabernáculo de carne e ossos. Os dois propósitos são vitais para a existência do homem. Estamos agora sendo testados e provados para ver se faremos todas as coisas que o Senhor ordenou que fizéssemos. Esses mandamentos são os princípios e ordenanças do evangelho, e eles constituem o evangelho de Jesus Cristo. Todo princípio e ordenança tem seu peso no grande propósito de nosso teste, que é preparar-nos para voltar a viver com nosso Pai Celestial e nos tornarmos semelhantes a Ele.

Link para o discurso completo:

O Plano de Salvação, Elder L.
Tom Perry, Quórum dos Doze Apóstolos

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